Você acha que não esta pronta pra se tornar uma obra de arte?

O objetivo de cada um dos meus projetos é retratar uma mulher, com toda a força e plenitude dessa palavra, com o universo de coisas que essa palavra carrega.

Tudo o que eu coloco ali, fundos, figurinos, acessórios… Tudo é escolhido pra que cada mulher se sinta mais bonita e para que o retrato seja mais sobre ela.

É pra isso que eu faço cada uma das minhas fotografias.

Eu chamo meu trabalho de retratos contemporâneos, eu prefiro não encaixar em nenhuma categoria porque estou sempre criando coisas novas, desenvolvendo e construindo todos os dias. Mas eu criei alguns princípios que foram evoluindo junto com a minha historia como fotografa.

Meu trabalho em primeiro lugar, ele tem que ser livre, ele tem que ser mutável, tem que ser construído em conjunto com todo mundo que tá ali, pra se tornar único e trazer um pouquinho de cada pessoa.
Nos meus projetos, ninguém é contrato por ninguém, ninguém tá la trabalhando pra outra pessoal, nós trabalhamos juntas com o mesmo objetivo: Criar uma peça de arte.

A essência do contemporâneo é o “atual”, é o que está acontecendo agora.
Então o retrato contemporâneo ele precisa ser atemporal, ele não pode envelhecer nunca. Isso ajuda a entender um pouco os figurinos que eu trabalho, eu não posso seguir o que está na moda, porque se não amanha ele já deixa de ser contemporâneo. Todos os elementos que eu uso, eles tem que ser eternos, como flores, tecidos, jóias bonitas.. Flores são eternas, as flores representam o feminino antes e vão continuar representando.

O meu retrato ele tem sempre que ser sobre uma pessoa.
Ele tem que carregar uma personalidade, tem que trazer a identidade de quem ta ali, de quem tá sendo mostrado naquela foto, seja uma identidade real ou uma que nós vamos criar juntas. O meu retrato não é sobre a rotina de uma mulher ou sobre um lugar que ela frequenta.
Ele também não é sobre o momento que ela está vivendo, ou sobre como ela se sente em relação a alguma coisa.
O meu retrato ele é sempre sobre a pessoa.

Desenvolver retratos é a minha forma de manter contato com a arte e de levar a arte pra outras pessoas.

É através da fotografia que eu apresento a arte pra outras mulheres, e muitas que nunca tiveram contato com ela.
A maior parte das mulheres que vocês veem nos meus trabalhos, elas tiveram o primeiro contato com a fotografia comigo.
E mais, muitas vezes é também o primeiro contato dela com a arte, é a primeira vez que ela se veem como uma peça de arte, e isso muda vida.

A arte muda vidas.

E como ele pode mudar a sua vida?

Da forma que eu entendo esse projeto ele é muito sobre quebrar barreiras.

A primeira barreira é a decisão de participar.
Sempre que eu falo com mulheres sobre esse trabalho, elas se encantam. O desejo nasce muito rápido. Mas ainda assim, as vezes se passam meses antes de terem a inciativa de se inscrever porque o passo entre o desejo e a realização parecem muito distantes.

As pessoas tem medo do que os outros vão dizer, tem medo de não ter mais idade pra isso, ou que não faz sentido na realidade dela, que eu não vou gostar dela, que nunca vai ser selecionada. Lembra que esse trabalho não é sobre você, é sobre todas nós, e você vai representar todas nós. E isso é quem nós mulheres somos. Não importa a idade, não importa o peso, não importa o cabelo, não importa a sua experiencia como modelo, se você é mulher a minha arte foi criada pra você.

A segunda barreira, é a coragem de mostrar pro mundo a sua criatividade, é parar de pensar se você estiver usando algo diferente do convencional. É começar a construir aquilo que você realmente é, realizar os desejo que você não pode quando a sua alma ainda era livre, trazer o lúdico de volta a sua rotina e mostrar pra sociedade  aquilo você é, aquilo que você tem vontade de ser.

A terceira, é praticar a sororidade, é viver com mulheres, não só conviver, mas viver mesmo com elas, lado a lado. Perceber que não somos competidoras, somos todas parte da mesma coisa. Cada uma de nós tem as suas próprias barreiras, mas no final elas não são tão diferentes, e com a experiencia da outra sem fica mais fácil passar por elas. São coisas que é preciso ser mulher para entender.

Quer conhecer algumas das mulheres que se tornaram parte desse projeto?

Da só uma olhada

March 27, 2001 (Unused Orleans) — As medicines for childhood cancers make strides and cancer survivors live longer, there’s mounting prove that people who survived a childhood cancer may be at expanded risk of creating another cancer afterward on. These second incidences of cancer do not seem to be directly related to the first cancer but rather are linked to the treatment initially gotten, according to a large North American think about.

“The driving infection cause of death [in children within the U.S.] distant and absent is cancer,” said expert Barton A. Kamen, MD, PhD, amid a press conference Tuesday at the annual meeting of the American Affiliation for Cancer Research held here.

Kamen, an American Cancer Society clinical investigate teacher at the Robert Wood Johnson Restorative School Cancer Institute of New Shirt, was not involved within the ponder but commented on its findings. “Fortunately, [cancer is still] a moderately rare malady. … There are around 8,000 to 10,000 new analyze of cancer in kids in the U.S. every year. … Kids get leukemia [most regularly,] and the exceptional cure rate in leukemia is such that in our final 15 a long time, 90% of the children I’ve personally taken care of — which is almost 400 — are still alive, and 80% of them are free of disease.”

That’s the great news.

The awful news is that as more and more children survive cancer and live into adulthood, long-term results of the cancer treatment they gotten are now and then raising their ugly heads.

Researcher Joseph P. Neglia, MD, PhD, said at the press conference that “as of this year, we’re anticipating that approximately 70% of all children diagnosed with cancer within the U.S. will be cured of their infection. … Because of this, it’s the responsibility of clinicians and investigators to get it the long-term results of this corrective therapy in children.”

He included that roughly one in 1,000 individuals in the U.S. between the ages of 20 and 30 may be a survivor of childhood cancer. Neglia is an relate teacher of pediatrics at the College of Minnesota Therapeutic School in Minneapolis.

For nearly 10 years, Neglia and his colleagues have been considering the wellbeing and well-being of about 14,000 people from the U.S. and Canada who have survived childhood cancer for at least five years. The average length of survival since cancer treatment among these ponder participants is 15 a long time.

So distant, 298 of these individuals who survived a childhood cancer have gone on to create distinctive cancers afterward in life. The most common of these are breast, thyroid, and brain cancer. Both Kaman and Neglia emphasized the importance of keeping these discoveries in point of view. That is, the chance of creating a cancer afterward in life after being treated for cancer in childhood is still small and is far exceeded by the extraordinary benefits of that initial treatment.

But by and large, these people show up to have a six times greater hazard of creating another cancer compared to a comparable people who did not have childhood cancer. Those at most elevated risk for developing another cancer later in life are those who had Hodgkin’s disease or who received radiation treatment in childhood. Those treated for leukemia in childhood are at most noteworthy hazard for developing a brain tumor afterward on.

“We did not discover any affiliation at all between age at therapy and the chance of breast cancer,” said Neglia. “Previous considers have proposed that young girls treated for Hodgkin’s infection with radiation treatment to the chest during times of breast improvement may be most susceptible [to creating breast cancer later on]. That really has driven to sexual orientation and age-specific recommendations for treatment. Our comes about contradict this finding and truly push the importance of close follow-up for any girl who received radiation to the chest at any point in childhood.”

“Patients [who had cancer in childhood] have to be compelled to know what the treatment was [that] they received, and they ought to talk to a … doctor who is actually versed in these long-term results of treatment, to examine what, in case any, proposals for follow-up are vital,” said Neglia. “An example of this is that any lady who gotten radiation to the chest amid childhood [ought to] get a mammogram, likely, at age 25.”

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For the 13th year, the Travel section presents its annual 52 Places to Go issue. You will likely have some questions: How did the No. 1 spot get there? What’s the deal with those looped videos in the online version? And why is my favorite spot not on the list? Here are some frequently asked questions about how we chose our 52 Places to Go in 2018.

What made New Orleans the top choice?

In a year that seemed particularly traumatic for many around the world, we look to a place where centuries of trauma have yielded something magical. New Orleans is unlike any other city in the world, largely thanks to its ability to synthesize that history — and the myriad populations that participated in it — into a place full of joy and wonder. New Orleans is also turning 300 this year, so there’s no better time to celebrate that history, whether it be through anniversary events, food, music, art or simply wandering this amazing city.

What is special about the list online?

Last year’s list featured about a dozen 360 videos. This year, you’ll find a series of short, looped videos shot by photographers in places as disparate as Cambodia, Germany and Japan. We also had our staff photographer Josh Haner head to New Orleans to capture video shot with a camera attached to what is called a gimbal, which steadies the image, as well as a drone camera, which he flew over the city.

“There’s a certain elation that overtakes you when walking with a second line” — a traditional type of brass band parade — “in New Orleans,” Mr. Haner said. “I found myself dancing while filming and was grateful for the gimbal so my bouncing wasn’t too noticeable.”

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The first decision Jared Gurfein made when he and his wife split in 2009 was to high-tail it out of the marital neighborhood — the East 60s.

“I wanted to create some breathing space,” said Mr. Gurfein, 48, a corporate lawyer and entrepreneur who lived very briefly in a walk-up in the West 80s before settling in the East 80s, where he now rents a junior four with a large terrace.

Breathing easy didn’t last long for Mr. Gurfein. It quickly became more like suffocation and all because he became involved with a woman who lived close by.

“When we broke up it was very awkward, because I’d often run into her,” said Mr. Gurfein, who has since seesawed between out-of-town attachments, which are very freeing because there is no risk of running into his ex-wife or ex-girlfriends, and relationships in his own backyard. But oh, the agita.

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